terça-feira, 28 de outubro de 2014

Atendimento na Classe Hospitalar




A concepção de classes escolares em hospitais é conseqüência da importância formal de que crianças hospitalizadas, independentemente do período de permanência no estabelecimento, têm necessidades educativas e direitos de cidadania, onde se abrange a escolarização. A Educação é direito de todos e dever do Estado e da família. O direito a educação se expressa como direito à aprendizagem e a escolarização. 

Para atuar em Classes Hospitalares, o professor deverá estar habilitado para trabalhar com diversidade humana e diferentes experiências culturais, identificando as necessidades educacionais especiais dos educandos impedidos de frequentar a escola, decidindo e inserindo modificações e adaptações curriculares em um processo flexibilizador de ensino/aprendizagem . O professor deverá ter a formação pedagógica, preferencialmente em Educação Especial ou em curso de Pedagogia e terá direito ao adicional de insalubridade. 

A legislação brasileira reconhece o direito de crianças e adolescentes hospitalizados ao acompanhamento pedagógico-educacional. (Política Nacional de Educação Especial (MEC/SEESP, 1994 e 1995). Essa propõe que a educação em hospital seja realizada através da organização de classes hospitalares, devendo-se assegurar oferta educacional não só aos pequenos pacientes com transtornos do desenvolvimento, mas, também, às crianças e adolescentes em situações de risco, como é o caso da internação hospitalar (Fonseca,1999).


Fonte

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Brinquedoteca

  O  brincar  coloca  ao  alcance  da  criança  uma  diversidade  de  atividades  que, além de possibilitar ludicidade individual e coletiva, e permite também que ela construa seu próprio conhecimento (Santos, Santa Marli, 1995).  
  Com o objetivo de resgatar o brincar espontâneo da criança, que é muito importante  para o desenvolvimento  integral  da  mesma,  e  que  também desenvolve sua criatividade, aprendizagem e socialização  foram que surgiram as  brinquedotecas.  O  objetivo  de  uma  brinquedoteca  deve  estar  sempre  se adequando  á  demanda,  aos  objetivos  da  instituição  e  a  uma  análise  do contexto em que está situada (Magalhães, Celino e Pontes, Fernando, 2002). 
   Uma  brinquedoteca  pode  ter  várias  finalidades  na  área  do  lúdico,  uma delas é para atender crianças da primeira infância, outras para empréstimos de brinquedos,  outras  no  âmbito  hospitalar  para  amenizar  o  sofrimento  da internação. Quando a criança entra em uma brinquedoteca ela deve ser tocada pelo ambiente que ela vai encontrar, um ambiente alegre, decorado, confortável que irá proporcionar momentos prazerosos para elas.


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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Medos no ambiente hospitalar

A criança, ao chegar ao hospital, muitas vezes não tem conhecimento de sua patologia, os pais tendem a enganar seus filhos com intuito de protegê-los, aumentando ainda mais as suas fantasias e os seus medos diante do ambiente hospitalar. No primeiro momento em que a criança chega ao setor pediátrico, ela precisa de ser acolhida tanto pelos profissionais da saúde como também pelos seus familiares, quanto mais informação ela obter, maior será sua segurança frente à hospitalização.
A criança hospitalizada pode apresentar algumas reações emocionais como tristeza, medo, baixa auto-estima, regressão, irritabilidade, angústia, sensação de abandono, apego exagerado com um dos membros da família, medo de ficar só e outros. Essas reações emocionais irão depender da natureza da doença acometida pelo pequeno paciente.
Existem vários tipos de brinquedos que podem ser utilizados no contexto hospitalar, que são eles: marionetes ou bonecos de fios, fantoches ou boneco de luva, boneco de sombra e boneco de vara, bonecas, carrinhos, bola, casinha e outros. Os fantoches possuem técnicas diferenciadas, possibilitando uma infinidade de movimentos que são aperfeiçoados dia a dia na relação entre o boneco e o manipulador.

Salles (1984, p. 11) afirma que “as crianças fazem do brinquedo uma ponte para seu imaginário, um meio pelo qual externam suas criações e suas emoções. O brincar ganha, então, densidade, traz enigmas, comporta leituras mais profundas, vivas e ricas em significados”.

Fonte: http://www.profala.com/artpsico94.htm



segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Necessidades da criança hospitalizada


Estudos indicam que a hospitalização pode afetar o desenvolvimento da criança, interferindo na qualidade de vida. 

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9394/96 garante o atendimento educacional a crianças e adolescentes internados para tratamento de saúde e hospitais conveniados, através da modalidade da Educação Especial denominada Classe Hospitalar.
O brincar auxilia a criança no entendimento em relação às pessoas, ao ambiente e a situação que ela está vivendo, auxilia a lidar com situações dolorosas e sofrimentos, pois brincando ela tem condições de expressar o que está sentindo. De acordo com Vigotsky (1984) com o brinquedo a criança faz o que mais gosta de fazer, porque o brinquedo está unido ao prazer, é como se ela fosse maior do que ela é na realidade. 
A criança necessita de recursos que façam com que ela possa enfrentar a fase pela qual está passando. Recursos esses que a traga para perto, o máximo possível, de sua vida fora do hospital, onde ela possa expressar seus sentimentos e ter proximidade com as pessoas, e que o sofrimento dessa criança, devido à hospitalização, seja minimizado.


 Fonte: http://www.dfe.uem.br/TCC/Trabalhos_2012/SILVANA_SANTOS.PDF

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Por que é importante?

Os dados mostram que quando os estudantes adoecem, deixando o convívio escolar, eles perdem muito mais do que o conteúdo das disciplinas, pois ao deixarem seu principal meio de socialização eles sentem-se tristes e desamparados, o que prejudica também sua recuperação durante o tratamento. O afastamento do convívio de amigos e familiares afeta a auto-estima e reduz os resultados na melhora de saúde.

Diversos estudos demonstram que quando o ambiente hospitalar se torna aconchegante e alegre, proporcionando oportunidades para que as crianças sigam suas atividades costumeiras, como, estudar, jogar, falar, sorrir, conviver com outras crianças etc., o tratamento de saúde se torna bem mais eficaz.


Fonte: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/2837705

A importância da criança saber sobre a doença.


Conhecer o significado de suas doenças e também das doenças dos demais companheiros (outras crianças hospitalizadas) pode contribuir não somente para esclarecer quanto à forma de tratamento e profilaxia (se houver) da sua doença, como também contribui para desenvolver um estado de estabilidade emocional, a partir do momento em que a criança ou
o adolescente têm conhecimento do que está acontecendo com eles, lidando com seus limites e possibilidades.
Além disso, obter informações sobre uma realidade imediata que os atinge concretamente também os auxilia a ampliar um pouco seu conhecimento sobre a vida. É nesse sentido que o desenvolvimento de atividades educativas em hospital contribui, de modo indubitável, para a saúde da criança hospitalizada
.

Rejane de S. Fontes
Universidade Federal Fluminense, Faculdade de Educação, 2004

Fonte: http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n29/n29a10.pdf

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Opções de Leitura - Pedagogia Hospitalar

      Cá para mim, acho muito importante que o profissional da classe hospitalar esteja sempre se especializando, se informando, enfim... se atualizando sobre essa magnífica área do qual trabalha. Pensando nisso, fui atrás de alguns títulos, que pessoalmente achei maravilhos e que podem resultar numa outra forma no olhar que damos as crianças e adolescentes hospitalizados.










Se alguém já leu algum desses livros, que tal deixar a sua opinião? Será bem vinda!!! Comentem :)

 

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